Social distancing? How about social selectivity?

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Of course, undoubtedly, of pandemic times such as the one we are facing with the covid-19, social distancing is inevitable, necessary and prudent, that’s it.

However, there is another kind of proximity that is just as or more harmful. I’m speaking about of the closeness with people who are so different from us that they bring us enormous emotional malaise. These are not good or bad people, right or wrong, they are simply very different from us. They are differences in the values ​​that guide life, family values ​​inherited from our parents, concepts of life, religious orientation, etc.

It is emotionally healthy to maintain a relative distancing from these people, before such differences generate enmities and bad feelings, such as resentments and grudges. Such selectivity will surely save us from emotional distress and stress, the primary cause of many psychosomatic illnesses and even the compromise of our immunity, which opens wide doors for diseases. We don’t need to break friendships, let alone create enmities. Just keep a safe distance that keeps you free from conflicts and wear and tear from the constant conflicts that such differences bring to you. It is absolutely natural that our closest friendships are people who have values, concepts and standards of living more in tune with ours. We don’t need to feel guilty about it. People very different from us, will always be frustrating our expectations about them. This is because we expect them to take actions and reactions that harmonize with our concepts, values ​​and behavioral patterns. And, of course, they will act and react according to the standards and concepts of life they have. The prophet Amos wisely warns: Do two walk together unless they have agreed to do so? (Amos 3: 3-NIV). In times of emotional epidemics such as stress and depression, choose the people you want to share your life journey with. Keep a safe distance from people who bring you discomfort and malaise. Your emotional health appreciates it. And, you will be happier and healthier.

Distanciamento Social? Que tal seletividade social?

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Claro, sem nenhuma sombra de dúvida. Em tempos de pandemia como a que estamos enfrentando com a covid 19, é inevitável, necessário e prudente o distanciamento social, e ponto final.

No entanto, há um outro tipo de proximidade tão ou mais maléfica. Falo da proximidade com pessoas que são tão diferentes de nós que nos trazem enormes mal-estar emocional. Não se trata de pessoas boas ou ruim, certas ou erradas, trata-se de pessoal simplesmente muito diferentes de nós. São diferenças nos valores que norteiam a vida, valores familiares herdados dos nossos pais, conceitos de vida, orientação religiosa, etc.

É saudável emocionalmente, um relativo distanciamento dessas pessoas, antes que tais diferenças gerem inimizades e maus sentimentos, como ressentimentos e rancores. Tal seletividade nos poupará, seguramente, de estresses e desgastes emocionais, causa primária de muitas doenças psicossomáticas e até mesmo o comprometimento de nossa imunidade, o que abre largas portas às enfermidades. Não precisamos romper amizades, muito menos criar inimizades. Basta guardar um distanciamento que te mantenha seguros e livres dos conflitos e desgastes dos constantes embates que tais diferenças te trazem. É absolutamente natural que nossas amizades mais próximas sejam pessoas que tenham valores, conceitos e padrões de vida mais afinados com os nossos. Não precisamos no sentir culpados por isso. Pessoas muito diferentes de nós, estarão sempre frustrando nossas expectativas a respeito delas. Isso, porque nos esperamos delas ações e reações que se harmonize com os nossos conceitos, valores e padrões comportamentais. E, obvio, elas agirão e reagirão de acordo com os padrões e conceitos de vida que elas têm. O profeta Amós sabiamente adverte: Duas pessoas andarão juntas se não estiverem de acordo? (Amós 3:3-NVI). Em tempo de epidemias emocionais como estresses e depressões, escolha bem as pessoas com quem você deseja compartilhar sua caminha. Mantenha uma distancia segura de pessoas que te trazem desconforto e mal-estar. Sua saúde emocional agradece e você será mais feliz e mais saudável.

¿Distanciamiento social? ¿Qué tal la selectividad social?

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Por supuesto, sin una sombra de duda. En tiempos de pandemia como la que enfrentamos con el covid-19, distanciamiento social es inevitable, necesario y prudente, y eso es todo.

Sin embargo, hay otro tipo de proximidad que es igual o más dañino. Hablo de estar cerca de personas que son tan diferentes a nosotros que nos traen un enorme malestar emocional. No se trata de personas buenas o malas, correctas o equivocadas, simplemente son personas muy diferentes de nosotros. Hay diferencias en los valores que guían la vida, los valores familiares heredados de nuestros padres, los conceptos de vida, la orientación religiosa, etc.

Es emocionalmente saludable, una distancia relativa de estas personas, antes de que tales diferencias generen enemistades y malos sentimientos, como resentimientos y rencores. Tal selectividad seguramente nos salvará de las tensiones emocionales y de los estreses, la causa principal de muchas enfermedades psicosomáticas e incluso el compromiso de nuestra inmunidad, que abre amplias puertas a las enfermedades. No necesitamos romper amistades, y mucho menos crear enemistades. Simplemente establecer una distancia que te mantenga seguros y libres de conflictos y desgaste por los constantes enfrentamientos que te traen tales diferencias. Es absolutamente natural que nuestras amistades más cercanas sean personas que tienen valores, conceptos y estándares de vida más en sintonía con los nuestros. No necesitamos sentirnos culpables por eso. Las personas muy diferentes a nosotros siempre frustrarán nuestras expectativas sobre ellos. Esto se debe a que esperamos que tomen acciones y reacciones que armonicen con nuestros conceptos, valores y patrones de comportamiento. Y, por supuesto, actuarán y reaccionarán de acuerdo con los estándares y conceptos de vida que tengan. El profeta Amós advierte sabiamente: ¿Pueden dos caminar juntos sin antes ponerse de acuerdo? (Amós 3: 3-NVI). En tiempos de epidemias emocionales como el estrés y la depresión, elija a las personas con las que desea compartir su viaje de la vida. Mantenga una distancia segura de las personas que le causan incomodidad y malestar. Tu salud emocional te lo agradecerá y serás más feliz y saludable.

Até logo – See you soon – Hasta luego

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dsc_0612-copy.jpgHoje foi o dia da despedida de minha querida irmã-mãe, Annabel. É dia de dizer a ela, até logo. Em breve nos reuniremos na casa do Pai, a vida passa rápido. As lacunas de minha querida mãe na minha infância, devida sua saúde debilitada, eram preenchidas por minha irma-mãe, Annabel. Sinto como que perdendo minha mãe, pela segunda vez. Não é fácil, mas a única expressão que me vem a mente é “obrigado, Senhor”. Ela viveu como uma mulher guerreira que tombou de pé. Lutou aguerridamente contra o câncer por anos à fio, desafiando todos os prognósticos da medicina. O câncer não a venceu, apenas chegou o dia dela descansar, retornando a Casa do Pai. Obrigado minha “mana velha”, pelo exemplo de vida, que você nos legou, até no momento da morte. Até logo. Em breve estaremos juntos na Casa do nosso Pai.

Today was the day of the farewell of my dear mother-sister, Annabel. It’s day to say to her, see you later. At soon, we will gather at Father’s house. The life goes over too fast. The gaps left of my dear mom in my childhood due to her poor health were filled by my sister-mother, Annabel. For that, I feel as losing my mother, for the second time. It’s not easy, but the only expression that comes to mind is “thank you Lord.” She lived as a woman warrior who fell on her feet. She fought fiercely against cancer for years, challenging every prognosis in medicine. The cancer did not beat her, just her resting day came, returning the Father’s Home. Thank you my “mana velha”, for the example of life that you have been bequeathed us, even at the time of death. See you soon. Very soon, we’ll be together at our Father’s Home.

Hoy fue el día de la despedida de mi querida madre-hermana, Annabel. Es día de decir a ella, hasta luego. Pronto nos reuniremos en la Casa del Padre. La vida pasa demasiado rápido. Los vacíos que dejó mi querida madre en mi infancia debido a su debilitada salud fueron llenados por mi hermana-madre, Annabel. Por eso, siento que pierdo a mi madre, por segunda vez. No es fácil, pero la única expresión que viene a la mente es “gracias Señor”. Ella vivió como una mujer guerrera que cayó de pie. Ella luchó ferozmente contra el cáncer durante años, desafiando cada pronóstico de la medicina. El cáncer no la venció, solo llegó su día de descanso, regresando a la Casa del Padre. Gracias mi “mana velha”, por el ejemplo de vida que nos han legado, incluso en el momento de la muerte. Te veo pronto. Muy pronto, estaremos juntos en la Casa de nuestro Padre.

Militância de ódio

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Uma das mais preciosas das liberdades, é a liberdade de expressão e opinião. Há um equivocado ditado popular que diz: “Futebol, politica e religião, não se discutem.” Eu digo equivocado, porque acredito que o problema não está nestes temas, mas na intransigente, intolerância e arrogância em pensar que a nossa verdade é a única verdade.

Tenho assistido com perplexidade e muita tristeza os embates políticos nas mídias sociais, no Brasil. Aliás, mídias que deveriam servir como ferramentas para amplificar amizades, tornaram-se armas deletérias, destruindo longas e velhas amizades.

Vejo pessoas que frequentemente postam opiniões agressivas, com adjetivações genéricas e ofensivas, sem a mínima preocupação de que elas alvejam seus amigos que estão num espectro politico oposto ao seu.

Isso que chamo “militância de ódio” agigantou-se enormemente com a derrocada da esquerda, nas ultimas eleição. Eu até relevo, quando vejo tais comportamentos em pessoas simples, que não tiveram oportunidade de receber uma melhor educação. No entanto, me assusta o numero de pessoas com uma boa formação acadêmica, chafurdadas nessa “militância de ódio”.

Vejo ainda que essa “militância de ódio” é alimentada muito mais pelas divergências no campo da ética, do que propriamente por considerações mais holística sobre a realidade do país. Para exemplificar: é bem sabido que o grupo político que assumiu a governança do país nas últimas eleições é de orientação conservadora nos costumes e liberal na economia. A mais ferrenha e aguerrida “militância de ódio” parte de grupos e pessoas mais liberais na ética. O “elenão”, capitaneado por artistas e pseudointelectuais, é uma interessante amostra desta minha constatação. Homossexuais, artistas e outros grupos com tendências mais liberais nos costumes, sentem-se acuados e desconfortáveis com uma nova orientação que se impõe no país. O mesmo desconforto, experimentou os brasileiros de orientação conservadora, durante os anos de governança esquerdista estatizante e liberal nos costumes, sob a qual o país esteve nas ultimas décadas. A diferença, no entanto, está nessa novidade da “militância de ódio” que eclodiu com a derrocada da esquerda, inconformada com a reação conservadora nos costumes e liberal na economia, nas últimas eleições.

O que me assusta ainda muito mais, é a gasolina que vem jorrando da boca do “Guru Mor” da esquerda, colocando mais lenha na fogueira, o que o país menos precisa nesse momento. Acobertado por um STF confuso e contraditório, que muda de direção ao sabor dos ventos de seus interesses pessoas, o “Guru Mor” atiça mais o fogo da “militância de ódio”. Fosse o Brasil uma frágil democracia, já teria sucumbido à “militância de ódio”, ensejando arroubos totalitários da truculenta direita militarizada. Que o Soberano Deus, que se diz ser brasileiro, olhe para Sua pátria.

Vida simples… vale a pena!

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simples assim

Final de ano é tempo de reflexão. Talvez você não tenha nem cabeça para isso, atolado em dívidas de cartão de crédito, cheque especial e prestações. Não é hora de apenas refletir, é hora de agir. Nós vivemos numa sociedade materialista, consumista, capitalista em que valemos o que temos. Essa mentalidade nos escraviza e mantém-nos constantemente focados naquilo que nos falta e não naquilo que nós temos. Aliás, focados naquilo que pensamos que nos falta. A mentalidade capitalista cria em nós, falsas necessidades. Vivemos sobe a égide despótica de ter apenas por ter. Ter para competir. Se as pessoas ao nosso redor têm, nós também “precisamos” ter. A maioria de nós escolhe viver como pobre no meio dos ricos. Escolhemos ter ao nosso redor, pessoas com maior poder aquisitivos do que nós e aí, fazemos das tripas o coração para manter nosso status diante delas. Viver uma vida simples, buscando ter apenas o essencial à vida, livre das pressões consumistas é o grande desafio para termos uma vida leve e sadia financeiramente. Livre-se da competição insana de desejar algo apenas porque as pessoas ao seu redor possuem. Na maioria das vezes, nossas escolhas são feitas comparativamente: o que as pessoas ao meu redor têm, eu “preciso” ter. É uma absoluta insanidade viver escravizados por essa mentalidade. Liberte-se, você é você por Deus te fez assim. Você não é o que você tem. Você é o que você é; seu jeito, seus sentimentos, suas virtudes e seus defeitos. Lembre-se, você não é o que você possui. Invista sua energia e seus recursos nos seus sentimentos, caráter e maneira de ser. É muito mais sensato viver assim. O Mestre dos mestres nos legou esse grande exemplo de vida. Enquanto o mundo celebra Seu aniversário com banquetes e presentes finos, Ele, sendo o criador e mantenedor do Universo, escolheu viver entre nós de forma simples e sem ostentação. Aos que queriam segui-Lo, Ele advertiu: “As raposas têm suas tocas e as aves do céu têm seus ninhos, mas o Filho do homem não tem onde repousar a cabeça” (Lucas 9:58). Seja um seguidor de Jesus. Simplifique. Viva livre, leve e solto. A vida é curta demais para vive-la sob a pressão de “ser aquilo que os outros querem que sejamos”. Siga os passos do Mestre, Ele sabe das coisas. Bom Natal e um Ano Novo livre de dívidas insanas.

Onde seria o inferno?

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Eu não sei bem o que seria, como seria, e muito mesmo onde seria o inferno. Aliás, não tenho nenhuma, absolutamente nenhuma curiosidade em saber. Muito se tem falado INFERNOsobre o inferno. Temos inúmeras teorias. Desde as mitológicas historias de nossos avós que nos ensinou o inferno como sendo o lugar onde o “Coisa-ruim” espera os malfeitores na porta de entrada com um tridente incandescente, até as “teorogias” dos Testemunhas de Jeová, que negam o sofrimento eterno, substituindo-o pelo aniquilamento final.

Nada me assusta mais sobre o inferno do que uma simples e incontestável verdade a respeito dele. O que me assusta não é o que possa lá existir, nem muito menos onde possa ser. O que me assusta não é a intensidade da dor que possa lá existir, muito menos quem possa ser o chefão da área, seja lá que nome se dá a Ele. O que me assusta não é se tem fogo, enxofre ou mesmo ranger de dentes. Nada disso me assusta mais do que o que lá não existe.

Meu maior desespero, minha maior angustia, meu maior medo é que lá é o lugar da ausência absoluta de Deus. A maior e mais agonizante dor do inferno é está destinado a viver longe de Deus, eternamente. Fomos criados por Deus e para Deus. Viver longe de Deus é viver sem vida, é viver uma morte eterna. O avant-première do inferno é aqui na terra para aqueles que vivem como se Deus não existisse. Assim também como o avant-printemps celestial é aqui na terra para aqueles que buscam viver perto de Deus. Isso faz todo sentido: … as suas maldades separaram vocês do seu Deus; os seus pecados esconderam de vocês o rosto dele, e por isso ele não os ouvirá (Isaias 59:2). Pense nisso!

Where would be the hell?

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I’m not sure what would be hell, how might it look like, and much less, where would hell would be. In fact, I haven’t absolutely none curiosity in knowing about it. Too much has been said about the hell. We have countless theories about hell. Since the mythological hellhistories of our grandparents, who taught us as being a place where the Old Nick awaits the evildoers at the entrance door with an incandescent trident, until the theories of Jehovah’s Witnesses, who deny eternal suffering, replacing it by final annihilation. Nothing scares me more about hell than a simple and uncontested truth about it. What scares me is not what can exist there, much less where may be. What scares me is not the intensity of the pain that can exist there, much less who can be the Big Boss, whatever the name that we can call him. What scares me is not if there is fire, sulfur or even grinding of teeth. None of this frightens me more than what does not exist there.

My greatest despair, my greatest anguish, my greatest fear is that there, it is the place of the absolute absence of God. The greatest and most agonizing pain of hell is to live far from God, eternally. We were created by God and to Him. To live far from God is to live without life, it’s to live an eternal death. The avant-première of hell is here, on earth, for those who live as if God did not exist. So also, the heavenly avant-printemps is here, on earth, for those who seek to live close to God. This makes perfect sense: … your iniquities have separated you from your God; your sins have hidden his face from you, so that he will not hear. (Isaiah 59: 2). Think about it!

O imobilizador medo de perder.

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Perder coisas preciosas em cruciais momentos da vida é inevitável. É preciso compreender que a história é entremeada de ganhos e perdas. No entanto, muitos de nós não sabemos e não gostamos de administrar nossas perdas. Algumas pessoas chegam a

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Nossa doce Karine com 5 aninhos

Em 1985, eu e Jô nos mudamos com nossa primeira filha para Campinas, mais de mil quilômetros distantes de nossos familiares e amigos, com quem convivíamos há décadas. Karine tinha 2 anos. Um linda e falante menina, cheia de vida e saúde. Logo nas primeiras semanas percebemos uma enorme mudança comportamental em Karine. Perdeu o apetite, já não era tão falante e já não interagia com facilidade com as pessoas, ao seu redor. Em pouco tempo perdeu muito peso e assim começou nossa peregrinação pelos hospitais e médicos. Aparentemente tudo estava normal, mas Karine cada dia nos preocupava mais. Continuou perdendo peso e por fim já não andava, chegou a estar tão debilitada que nem se quer se sustentava sentada na cama. Pensamos que perderíamos Karine. Era nossa primeira filha, primeira neta, primeira sobrinha. Ela era o xodó da família, querida e paparicada por todos, na igreja. Com nossa mudança, ela perdeu de uma só vez todo esse precioso círculo de carinho e amor. Ela não podia entender o que estava acontecendo e nem se quer tinha noção da distância que nos separava das pessoas com quem convivíamos. Estavamos desesperados. Foi quando, Deus colocou uma pediatra no nosso caminho. Aliás, um anjo. Dra. Rose, uma experiente pediatra, examinou Karine por horas, conversou conosco por outras tantas, e por fim diagnosticou: Karine está ótima de saúde física. Ela apenas está sofrendo por essas grandes perdas, e sua mente infantil não sabe processar isso. Ela precisa de muito carinho e relacionamentos fortes para superar suas perdas. Deus colocou em nosso caminho, o casal Newda e Alberto Santini, que nos “adotou” como filhos e Karine como neta. Envolveram Karine com especial amor. Newda, frequentemente levava Karine para passear nos parques, fazer compras e outras atividades. Como por um milagre, Karine voltou a comer e rapidamente recuperou-se. Karine cresceu, e hoje adulta ainda luta com seu constante medo das perdas. Muitas vezes prefere nem se quer lutar por seus desejos, com medo de conquista-los e depois perde-los. Hoje, Karine tem consciência deste trauma que marcou sua personalidade. Ela procura trabalhar isso e tem voltado a sonhar, sem medo de ser feliz. Compartilho isso, porque eu sei que muitas pessoas lutam com este medo. Este medo que nos imobiliza impedindo-nos de buscar a nossa felicidade. É preciso encontrar onde se rompeu o elo da corrente da vida. Restaura-lo e prosseguir. Ganhos e perdas fazem parte de nossa caminha. Sem as perdas, nós não saberíamos valorizar as conquistas. Vale a pena lutar pela nossa felicidade, mesmo que ela seja conquistada com alguns derrotas que nos atropelam. O Mestre dos mestre nos encorajou: “Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! (João 16:33)

Se você pode sonhar, você pode realizar!

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se-voce-pode-sonharNão é bem assim. Apenas poder sonhar, não nos garante que nossos sonhos se realizarão. É como fazer um projeto de uma casa e guarda-lo na gaveta, esperando que a casa apareça do nada. É preciso sonhar, mas não podemos apenas sonhar. Temos que fazer mais que isso. É preciso algo mais para que nossos sonhos se tornem realidades. Não podemos nos contentar apenas com sonhos, precisamos seguir em frente para torná-los realidade. Sou filho de um grande sonhador. Meu pai me ensinou sonhar, e sonhar sempre. Ele sonhou até os últimos dias de sua vida.

Não realizei todos os meus sonhos, e sei que não realizarei todos que ainda virão. Mas, porque algumas pessoas são mais bem sucedidas na realização de seus sonhos? Claro, o fator “sorte” pode contribuir. A vida parece privilegiar alguns na realização de seus sonhos. Eu não sou um desses. A maioria dos meus sonhos realizados, concretizou-se, depois de muitas lutas e muito esforço. Se por um lado isso exigiu de mim muito empenho, por outro lado me ensinou que sonhos, para se transformarem em realidades, precisam de algo mais, além de simplesmente sonhar. Na jornada da vida, aprendi alguns princípios para lidar com meus sonhos, e quero compartilhá-los, brevemente, nesse artigo:

1) Diferencie sonhos tangíveis de devaneios utópicos – Precisamos sonhar alto, sem contudo perder o chão. Manter os pés no chão significa não deixar que sonhos megalomaníacos nos levem para o mundo da lua. Mensurar nossos sonhos, avaliar se são exequíveis dentro da realidade, evita desperdiçarmos nossas energias com utopias. Sonhos precisam ser nem tão altos que se tornem intangíveis, nem tão baixo que não nos desafie. Uma mistura equilibrada de realismo e otimismo é o ponto ideal. Otimismo
suficiente para nos impulsionar para cima e realismo o suficiente para nos manter com os pés no chão. Nossos sonhos precisam estar um pouco acima do alcance das nossas mãos para nos mover da nossa zona de conforto e levar para além do ordinário.

2) Tenha um tempo de gestação para seus sonhos – Sonhos precisam de um tempo de gestação. Este período é o tempo em que os sonhos vão tomando forma de realidade em nossas mentes. É o tempo em que trazemos os sonhos das nuvens para a terra. É quando trabalhamos mentalmente, as formas exequíveis de tornar o nosso sonho uma realidade. É quando nós construímos mentalmente os caminhos possíveis para torna-los realidades.

3) Crie caminhos para alcançá-los – Sonhos não se tornam realidade naturalmente ou automaticamente. Precisamos ser estratégicos e intencionais. Nossos sonhos vão se corporificando em realidades a medida que intencionalmente escolhemos caminhos, meios que facilitem trazê-los à realidade da vida. Nossas decisões, atitudes, escolhas, renúncia, ou quaisquer outros movimentos da vida devem buscar corroborar com nossas metas sonhadas. Entre nossos sonhos e a realizações deles há
ma jornada que devemos trilhar de forma estratégica, programada e intencional.

4) Persista nesses caminhos – Múltiplos e diferentes fatores determinam a distância da jornada entre nossos sonhos e a concretização deles. Alguns desses fatores dependem de nós e outros fogem ao nosso controle. É preciso persistir e continuar caminhando na direção dos sonhos, aguardando o momento em que as engrenagens se sincronizem, e tudo parece se encaixar e dar certo. No que depende de nós, precisamos ser pro-ativamente persistentes, buscando sempre encurtar a jornada entre os sonhos e a realização deles, com atitudes inteligentes e estratégicas. Persistir é o grande segredo.

5) Esteja aberto para pequenas mudanças em seus sonhos – A jornada que nos leva até a realização dos nossos sonhos nos amadurece. Muitas vezes, esta jornada aperfeiçoa os nossos sonhos, tornando a realidade melhor do que o que inicialmente sonhamos. Ser flexível nesta jornada permite torna-la menos árdua e por vezes mais curta. Lembre-se, nossos sonhos não são um fim em si mesmos. Eles são apenas os meios pelos quais alcançamos o sucesso. Ser bem sucedido não é repetir o sucesso alheio. Ser bem sucedido é concretizar nossos próprios sonhos.

6) Por fim, o mais importante – Submeta seus sonhos à valores nobres. Sonde se eles passam pelos crivos do altruísmo, da bondade, da verdade, da pureza, da honestidade, e acima de tudo se tem a aprovação de Deus. Ore e sonde o coração de Deus para saber se Ele estará com você, nesta sua jornada. Ter Deus conosco é vitória garantida. Sucesso!