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Eu não sei bem o que seria, como seria, e muito mesmo onde seria o inferno. Aliás, não tenho nenhuma, absolutamente nenhuma curiosidade em saber. Muito se tem falado INFERNOsobre o inferno. Temos inúmeras teorias. Desde as mitológicas historias de nossos avós que nos ensinou o inferno como sendo o lugar onde o “Coisa-ruim” espera os malfeitores na porta de entrada com um tridente incandescente, até as “teorogias” dos Testemunhas de Jeová, que negam o sofrimento eterno, substituindo-o pelo aniquilamento final.

Nada me assusta mais sobre o inferno do que uma simples e incontestável verdade a respeito dele. O que me assusta não é o que possa lá existir, nem muito menos onde possa ser. O que me assusta não é a intensidade da dor que possa lá existir, muito menos quem possa ser o chefão da área, seja lá que nome se dá a Ele. O que me assusta não é se tem fogo, enxofre ou mesmo ranger de dentes. Nada disso me assusta mais do que o que lá não existe.

Meu maior desespero, minha maior angustia, meu maior medo é que lá é o lugar da ausência absoluta de Deus. A maior e mais agonizante dor do inferno é está destinado a viver longe de Deus, eternamente. Fomos criados por Deus e para Deus. Viver longe de Deus é viver sem vida, é viver uma morte eterna. O avant-première do inferno é aqui na terra para aqueles que vivem como se Deus não existisse. Assim também como o avant-printemps celestial é aqui na terra para aqueles que buscam viver perto de Deus. Isso faz todo sentido: … as suas maldades separaram vocês do seu Deus; os seus pecados esconderam de vocês o rosto dele, e por isso ele não os ouvirá (Isaias 59:2). Pense nisso!

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