Se você pode sonhar, você pode realizar!

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se-voce-pode-sonharNão é bem assim. Apenas poder sonhar, não nos garante que nossos sonhos se realizarão. É como fazer um projeto de uma casa e guarda-lo na gaveta, esperando que a casa apareça do nada. É preciso sonhar, mas não podemos apenas sonhar. Temos que fazer mais que isso. É preciso algo mais para que nossos sonhos se tornem realidades. Não podemos nos contentar apenas com sonhos, precisamos seguir em frente para torná-los realidade. Sou filho de um grande sonhador. Meu pai me ensinou sonhar, e sonhar sempre. Ele sonhou até os últimos dias de sua vida.

Não realizei todos os meus sonhos, e sei que não realizarei todos que ainda virão. Mas, porque algumas pessoas são mais bem sucedidas na realização de seus sonhos? Claro, o fator “sorte” pode contribuir. A vida parece privilegiar alguns na realização de seus sonhos. Eu não sou um desses. A maioria dos meus sonhos realizados, concretizou-se, depois de muitas lutas e muito esforço. Se por um lado isso exigiu de mim muito empenho, por outro lado me ensinou que sonhos, para se transformarem em realidades, precisam de algo mais, além de simplesmente sonhar. Na jornada da vida, aprendi alguns princípios para lidar com meus sonhos, e quero compartilhá-los, brevemente, nesse artigo:

1) Diferencie sonhos tangíveis de devaneios utópicos – Precisamos sonhar alto, sem contudo perder o chão. Manter os pés no chão significa não deixar que sonhos megalomaníacos nos levem para o mundo da lua. Mensurar nossos sonhos, avaliar se são exequíveis dentro da realidade, evita desperdiçarmos nossas energias com utopias. Sonhos precisam ser nem tão altos que se tornem intangíveis, nem tão baixo que não nos desafie. Uma mistura equilibrada de realismo e otimismo é o ponto ideal. Otimismo
suficiente para nos impulsionar para cima e realismo o suficiente para nos manter com os pés no chão. Nossos sonhos precisam estar um pouco acima do alcance das nossas mãos para nos mover da nossa zona de conforto e levar para além do ordinário.

2) Tenha um tempo de gestação para seus sonhos – Sonhos precisam de um tempo de gestação. Este período é o tempo em que os sonhos vão tomando forma de realidade em nossas mentes. É o tempo em que trazemos os sonhos das nuvens para a terra. É quando trabalhamos mentalmente, as formas exequíveis de tornar o nosso sonho uma realidade. É quando nós construímos mentalmente os caminhos possíveis para torna-los realidades.

3) Crie caminhos para alcançá-los – Sonhos não se tornam realidade naturalmente ou automaticamente. Precisamos ser estratégicos e intencionais. Nossos sonhos vão se corporificando em realidades a medida que intencionalmente escolhemos caminhos, meios que facilitem trazê-los à realidade da vida. Nossas decisões, atitudes, escolhas, renúncia, ou quaisquer outros movimentos da vida devem buscar corroborar com nossas metas sonhadas. Entre nossos sonhos e a realizações deles há
ma jornada que devemos trilhar de forma estratégica, programada e intencional.

4) Persista nesses caminhos – Múltiplos e diferentes fatores determinam a distância da jornada entre nossos sonhos e a concretização deles. Alguns desses fatores dependem de nós e outros fogem ao nosso controle. É preciso persistir e continuar caminhando na direção dos sonhos, aguardando o momento em que as engrenagens se sincronizem, e tudo parece se encaixar e dar certo. No que depende de nós, precisamos ser pro-ativamente persistentes, buscando sempre encurtar a jornada entre os sonhos e a realização deles, com atitudes inteligentes e estratégicas. Persistir é o grande segredo.

5) Esteja aberto para pequenas mudanças em seus sonhos – A jornada que nos leva até a realização dos nossos sonhos nos amadurece. Muitas vezes, esta jornada aperfeiçoa os nossos sonhos, tornando a realidade melhor do que o que inicialmente sonhamos. Ser flexível nesta jornada permite torna-la menos árdua e por vezes mais curta. Lembre-se, nossos sonhos não são um fim em si mesmos. Eles são apenas os meios pelos quais alcançamos o sucesso. Ser bem sucedido não é repetir o sucesso alheio. Ser bem sucedido é concretizar nossos próprios sonhos.

6) Por fim, o mais importante – Submeta seus sonhos à valores nobres. Sonde se eles passam pelos crivos do altruísmo, da bondade, da verdade, da pureza, da honestidade, e acima de tudo se tem a aprovação de Deus. Ore e sonde o coração de Deus para saber se Ele estará com você, nesta sua jornada. Ter Deus conosco é vitória garantida. Sucesso!

 

Dois irmãos, excessivamente travessos

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Dois pequenos irmãos, um de 8 outro de 10 anos, eram excessivamente travessos. Eles estavam sempre metidos em problemas, e seus pais já sabiam que se algum coisa errada acontecia na cidade, os dois meninos estavam provavelmente envolvidos.

Meninos travessosA mãe dos meninos ouviu dizer que um pastor da cidade tinha sido bem sucedido em disciplinar e educar crianças. Então ela lhe perguntou se ele poderia conversar com seus filhos. O pastor concordou, na condição de conversar individualmente com eles. A mãe mandou o mais novo de 8 anos de idade no período da manhã, e o filho mais velho, para encontrar-se com o pastor à tarde. O pastor, um homem enorme, com uma voz profunda e retumbante, mandou que o menino mais novo se sentasse e perguntou-lhe com firmeza: “Você sabe onde Deus está, meu filho?” Com os olhos estatelados e de boa aberta, não conseguia responder ao pastor. Então, o pastor repetiu a pergunta em um tom ainda mais profundo: “Onde está Deus ? Mais uma vez, o menino quase em choque, não esboçou nenhuma reação de responder. O pregador ergueu a voz ainda mais alto e com o dedo em riste no rosto do menino gritou: “Onde está Deus ?” O menino gritou em pranto e saiu correndo da sala do pastor, diretamente para casa e enfiou-se dentro de um armário, fechando porta. Quando seu irmão mais velho o encontrou no armário, ele perguntou: “O que aconteceu?” O irmão mais novo, ofegante, respondeu: “Estamos em grande apuro desta vez! Deus sumiu, e eles acham que nós que sumimos com Ele!”

Two very mischievous little boys

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Two little boys, ages 8 and 10, are excessively mischievous. They are always getting into trouble and their parents know if any mischief occurs in their town, the two boys are probably involved.
Meninos travessosThe boys’ mother heard that a preacher in town had been successful in disciplining children, so she asked if he would speak with her boys.
The preacher agreed, but he asked to see them individually.
The mother sent the 8 year old in the morning, with the older boy to see the preacher in the afternoon. The preacher, a huge man with a deep booming voice, sat the younger boy down and asked him sternly, “Do you know where God is, son?!”
The boy’s mouth dropped open, but he made no response, sitting there wide-eyed with his mouth hanging open.
So the preacher repeated the question in an even sterner tone, “Where is God?
Again, the boy made no attempt to answer.
The preacher raised his voice even more and shook his finger in the boy’s face and bellowed, “WHERE IS GOD?!”
The boy screamed & bolted from the room, ran directly home & dove into his closet, slamming the door behind him.
When his older brother found him in the closet, he asked, “What happened?”
The younger brother, gasping for breath, replied,
“We are in BIG trouble this time!” “GOD is missing, and they think WE did it!”

Como ser parecido com Deus?

Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus (Mt. 5:9 – NVI)

Feisty_Jamanta

Jamanta[1] é um grande exemplo de pacificadora. Se dependesse da Feisty[2], a convivência das duas estaria em permanente pé de guerra. Apesar de ser consideravelmente maior que a Feisty, ela suporta suas implicâncias e procura sempre viver em paz, mesmo quando seus direitos são invadidos. Aliás, é bom lembrar que muitas vezes o caminho da paz passa por abrir mão de nossa razão.

Jesus nos ensinou que os pacificadores seriam chamados filhos de Deus. Esta afirmação soa para mim mais ou menos assim – o filho se parece com o pai. Se você for pacificador, você demonstra que você é filho de Deus porque Ele é pacificador.

A palavra “pacificador” no grego, é a combinação do substantivo “paz” com o verbo que significava “fazer”. O presença deste verbo no termo “pacificador” nos faz concluir que ser um pacificador não é esperar passivamente que a paz aconteça. Ser pacificador é tomar iniciativa e se esforçar para que haja paz. Ser pacificador é empenhar-se pela paz, construir pontes de reconciliação onde há conflito, oferecer incondicionalmente o perdão onde houve ofensa. O ex-primeiro ministro de Israel, Yitzhak Rabin, premio Nobel da Paz em 1994 que foi assassinado por sua luta pacificadora, sabiamente observou “A paz não se faz com amigos. A paz é feita com inimigos.”

Eis o desafio para os filhos de Deus: “Aparta-te do mal e pratica o que é bom; procura a paz e empenha-te por alcançá-la” (Salmos 34:14 – AA). Só assim seremos parecidos com nosso Pai que entregou seu próprio Filho na cruz do Calvário para nos reconciliar consigo mesmo.

 

[1] Jamanta é o nosso cadela adorável e cativante. Não temos certeza de sua raça, mas ela cativa à todos com a sua ternura e doçura, apesar de seu tamanho.

[2] Feisty é a nossa pequena Chihuahua long hair. Ela é graciosa, mas de personalidade forte e às vezes um pouco antissocial. Ela provoca constantemente a Jamanta.

How can I be like God?

Blessed are the peacemakers,

for they will be called children of God (Mat. 5: 9 – NIV)

Feisty_Jamanta

Jamanta[1] is a great example of peacemaker. If it were just up to Feisty[2], the convenience of them would be a permanent war footing. Despite being considerably bigger than Feisty, she tolerates her pet peeves, and always seeks to live in peace, even when her spaces are invaded. Indeed, It should also be remembered that sometimes the road to peace goes through giving up our rights.

Jesus taught us that the peacemakers would be called children of God. This statement sounds to me like – the son looks like the father. If you are peacemakers you demonstrate that you are child of God, because He is a peacemaker.

The word “peacemaker” in Greek language is the combination of the noun “peace” with the verb meaning “to do”. The presence of this verb in the term “peacemaker” leads us to conclude that to be a peacemaker it is not wait-and-see passively the peace to happen. To be a peacemaker is to take the initiative and to strive to promote the peace. To be a peacemaker is to strive for peace, building bridges of reconciliation where there is conflict, offering unconditional forgiveness where there was sin. The former Prime Minister of Israel Yitzhak Rabin, Nobel Peace Prize in 1994 who was murdered by his pacifying struggle, wisely observed: “Peace is not made with friends. Peace is made with enemies”.

Here is the challenge for the children of God: “Turn from evil and do good; seek peace and pursue it “(Psalm 34:14 – NIV). Only then we will be like our Father who gave His own Son on the cross of Calvary to reconcile us to himself.

[1] Jamanta is our adorable and endearing dog. We’re not sure your race, but she captivates everybody with her tenderness and sweetness despite of her size.

[2] Feisty is our little Chihuahua long hair. She is graceful but of strong personality and sometimes a bit antisocial. She tease constantly Jamanta

Technological stupiding

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Tecnologias_crazyjpgWe live a time that technology slaves us. The social medias, smartphones, electronics equipment and the manipulations of marketing have made of us puppets dominated by futilities. It’s time for a serious reflection on these reigning obsessions, and very present in our days. We are missing one of fundamental principles of Gospel of that “all things are lawful for me, but I will not be brought under the power of any” (1 Corinthians 6:12). We live at a time when we become easily “slaves” of many things. Wise are those who discover early on that: “It is for freedom that Christ has set us free” (Gal 5: 1). Everything that enslaves us or dominates us, have to be seriously questioned. We are servants of one Lord: Jesus. I remember a close friend, who confronted me one day, saying: “You believers are oppressed, can not nothing, everything is prohibited”. I asked his permission, and I grabbed his cigarette portfolio from pocket of his shirt, and asked him: “Do you think may I smoke?” He replied: “Sure, you may do this, but I know that you will not do it because of your principles of life”. Then, I concluded with him: “I know that I might do it, but I know also that I must not do it. Unlike, you know that you must stop to smoke, but you can not do it”. He lowered his head and lamented, “I’ve tried many times, but I can not stop to smoke.” Nothing should dominate us, except the love of Christ that compels us. Peace and Grace!

Emburrecimento tecnológico

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Tecnologias_crazyjpgVivemos um tempo em que a tecnologia nos escraviza. As mídias sociais, smartphones, equipamentos eletrônicos e as manipulações de marketing fizeram de nós marionetes dominados por futilidades. É tempo para uma reflexão séria sobre essas obsessões reinantes e muito presentes em nossos dias. Estamos perdendo um dos princípios fundamentais do Evangelho de que “todas as coisas me são lícitas; mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas” (1Co 6:12). Vivemos numa época em que nos tornamos facilmente “escravos” de muitas coisas. Sábios são aqueles que descobrem cedo que: “Cristo nos libertou para que nós sejamos realmente livres” (Gl 5:1). Tudo o que nos escraviza ou nos domina, precisa ser seriamente questionado. Somos servos de um só Senhor: Jesus. Lembro-me de um grande amigo que confrontou-me um dia, dizendo: “Vocês, os crentes, são oprimidos, não podem nada, tudo é proibido”. Eu pedi licença, peguei a carteira de cigarro no bolso de sua camisa, e lhe perguntei: “Você acha que eu posso fumar um cigarro?” Ele respondeu: “Claro, você pode fazer isso. Mas, eu sei que você não vai fazê-lo por causa de seus princípios de vida”. Então, concluí com ele: “Eu sei que eu poderia fazê-lo, mas sei também que eu não devo fazê-lo. Ao contrário, você sabe que deve parar de fumar, mas não pode fazê-lo”. Ele abaixou a cabeça e desabafou: “Eu tentei várias vezes, mas eu não consigo parar de fumar.” Nada deve nos dominar, exceto o amor de Cristo que nos constrange. Graça e paz!

fruits ever seen

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Yesterday, I was touched deeply with a comment posted on one of my articles by a beloved, unforgettable, former and always sheep, Elma Persici. Suddenly, I was like that abducted on the time. Fruto Reino de Deus_ENI traveled on time, reviving very clearly unspeakable moments that we lived together, at the feet of the Lord. At the time, Mrs Persici was just a baby in faith, full of doubts and of endless questions. She has grown, has become a strong, faithful and fruitful Christian in God’s Kingdom. I do not know why, but when I returned from mental journey that has brought me so much joy, came to my mind the Rev. David Wilkerson who impacted generations between the decades 70 and 90, with his ministry among young people addicted to drugs. I wondered the millions of people that was impacted with his ministry, and he heard nothing about them and about their lives transformed by the power of God. I concluded peremptorily: We do not need to see the fruits of our labor in God’s Kingdom. We just need obey: “I appointed you that you should go and bear fruit”. And this makes all the difference.

Frutos jamais vistos

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Ontem, me emocionei profundamente com o comentário postado em um dos meus artigos por uma querida, inesquecível, ex e sempre ovelha, Elma Persici. Abruptamente fui abduzido no tempo e revivi momentos inenarráveis que vivemos juntos, aos pés do Senhor. Elma era apenas um bebê na fé, cheia de dúvidas e inesgotáveis questionamentos. Fruto Reino de DeusCresceu, tornou-se uma cristã robusta, fiel e frutífera no Reino de Deus. Não sei por que razão, mas ao retornar da viagem mental que me trouxe tantas alegrias, veio-me a mente o Rev. David Wilkerson que impactou gerações nos anos 70-90 com seu ministério entre os jovens dependente de drogas. Fiquei imaginando as milhões de pessoas que ele impactou e jamais ficou sabendo nada sobre elas e sobre suas vidas transformadas pelo poder de Deus, através de seu trabalho. Conclui peremptoriamente: Não precisamos ver o fruto do nosso trabalho no Reino de Deus, precisamos apenas obedecer: “…vos designei, para que vades e deis frutos e o vosso fruto permaneça”. Isto faz toda a diferença!

Today I am turning 56, a year LESS of life.

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It may seem strange and eSe queres viver, prepara-te para morrerven melancholic, but that’s it: a year LESS of life. Strictly speaking, it would not be today, but as I do not know the day of my departure, I consider the day of my arrival. The Austrian neurologist of Jewish origin, creator of psychoanalysis, Sigmund Freud discerned wisely the secret of life: “If you want to endure life, prepare yourself for death”. This Freudian concept is not so far away, nor is it very different from the Judeo-Christian concept of life. The psalmist cries out to the Lord: “Teach us to number our days, that we may gain a heart of wisdom” (Psalm 90:12). In his prayer the psalmist reveals that to attain insight of finitude of life and to consider with naturalness the ephemerality of it, is to achieve true wisdom. Alienated are those who live as if the earthly life is endless, as if there was not a deadline to fulfill our mission on earth. The insanes waste their lives with banalities, feelings petty, seeking ephemeral trivialities. The prophet Amos, in Chapter 4, strongly condemns the banalities and the foolishness of the people of Israel, concluding with a stern warning: “… prepare to meet your God.” (V.12). Today I am turning 56, a year LESS of my life, that’s it. It is very likely that with 56 years, I have lived more than which I still will live. It is a folly to ignore that there will be an end to this our ephemeral earthly journey. Time is short for frivolities; I have no time to lose, wasting my time with trivialities. I conclude by making my own the words of unforgettable thinker Rubem Alves, in his magnificent article entitled “The time and the jabuticabas[1]”:

“I counted my years and found out that I will have less time to live going forward than I have lived so far. I feel like that girl who won a jabuticabas basin. The first ones, she sucked fecklessly, but realizing that there were only a few, she gnawed down to the stone of the fruit. I do not have time to deal with mediocrities. I do not want to be in meetings with a parade of inflated egos. I do not tolerate fanfaronade. I get uneasy with those envious people that try to destroy those they admire, coveting their seats, talent, and luck. I do not have time for megalomaniacal projects..  I do not have time for megalomaniacal projects. I do not have time for megalomaniacal projects. I will not attend the conferences establishing fixed deadlines to reverse the misery of the world. I don’t want to be invited to events of a weekend with the proposal to shake the millennium. I have no time for endless meetings to discuss statutes, rules, procedures and internal regulations. I have no time to deal with piques of people, who despite the chronological age are immature. I do not want to see the clock hands advancing in meetings of ‘confrontation’, where ‘we try get to the bottom of something’. I hate to do face-to-face of contenders, who fought for majestic post of general secretary of the choir. I remembered how Mario de Andrade that affirmed: ‘people do not debate content, only the labels’. My time has become scarce to debate labels. I want the essence, my soul is in a hurry… Without many jabuticabas in the basin, I want to live beside of human people, very human; folks that know laugh at his blunders; folks that do not dazzle themselves by triumphs; folks who do not consider oneself elected ahead of time; folks that who do not run away from their mortality; folks that defend the dignity of the marginalized, and who desires just walk beside of what is righteous. Walk close to things and real people, enjoying that love absolutely without fraud, will never be a waste of time. ‘The essential makes life worthwhile, and for me the essential is enough.

[1] Jabuticaba is a fruit of the jabuticabeira tree in the family Myrtaceae native to Minas Gerais and São Paulo states in southeastern Brazil. Related species in the genus Myrciaria, often referred to by the same common name, are native to Brazil, Argentina, Paraguay, Peru and Bolivia. It looks like a black grape, but with a very unique taste.